
InfectoCast
- Épisodes
- 215
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- Dernier épisode
- 23 Oct 2026
À propos du podcast
Desbravando o incrível mundo dos vírus, bactérias, fungos, protozoários e suas relações com o seres humanos. Venham com a gente aprender Infectologia de forma fácil, simples e descontraída. infectocast.com.br #Infectologia #Medicina #ClinicaMedica #Pediatria #Cirurgia #Ortopedia #Cardiologia
Épisodes 215
#214 - Derrube o Expert feat Dra. Fernanda Fonseca
Um paciente de 43 anos, em uso de corticoides em altas doses, desenvolve um abscesso após uma injeção intramuscular. Mesmo após múltiplos antibióticos e drenagens, o quadro continua progredindo. Qual …
Notes de l’épisode
Um paciente de 43 anos, em uso de corticoides em altas doses, desenvolve um abscesso após uma injeção intramuscular. Mesmo após múltiplos antibióticos e drenagens, o quadro continua progredindo. Qual diagnóstico você investigaria?
Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem a Dra. Fernanda Fonseca, médica pela FMSA e residente em Infectologia pela EPM/UNIFESP, para mais um desafio do quadro Derrube o Expert.
A partir de um caso clínico real, os especialistas constroem o raciocínio diagnóstico diante de uma infecção persistente, marcada por coleções musculares extensas, imunossupressão e achados que levantam a suspeita de uma infecção disseminada.
Neste episódio, a gente discute:
• Quando suspeitar de agentes oportunistas diante de uma infecção que não responde aos tratamentos habituais
• Como o uso prolongado de corticoides pode aumentar o risco de infecções oportunistas
• A importância da investigação de coleções musculares extensas e persistentes
• Por que o acometimento do sistema nervoso central pode ocorrer mesmo sem sintomas neurológicos
•O papel das culturas e da investigação microbiológica na identificação de agentes incomuns
Um episódio essencial para quem deseja aprimorar o raciocínio clínico, reconhecer apresentações atípicas de doenças infecciosas e entender por que, muitas vezes, o diagnóstico exige olhar além das hipóteses mais comuns.
#213 - Viremia de baixo grau com Dr. Mauro Schechter e Dr. Ricardo Diaz
Carga viral detectável em uma pessoa vivendo com HIV e em tratamento antirretroviral significa necessariamente falha terapêutica?Neste episódio do InfectoCast, o Dr. Mauro Schechter e o Dr. Ricardo Diaz …
Notes de l’épisode
Carga viral detectável em uma pessoa vivendo com HIV e em tratamento antirretroviral significa necessariamente falha terapêutica?
Neste episódio do InfectoCast, o Dr. Mauro Schechter e o Dr. Ricardo Diaz discutem a viremia de baixo grau persistente, suas possíveis causas e os desafios da interpretação da carga viral na prática clínica.
A conversa aborda as diferenças entre blips transitórios e viremia persistente, o impacto da adesão e das interações medicamentosas, além do papel dos reservatórios virais e da expansão clonal de células infectadas.
Você vai aprender:
• Como identificar a viremia de baixo grau e diferenciá-la de um blip viral
• Por que a carga viral pode permanecer detectável durante o tratamento
• Como fatores clínicos e laboratoriais influenciam os resultados
• Quando investigar resistência ou considerar mudanças no esquema antirretroviral
• Quais são as possíveis consequências clínicas da viremia persistente
Um episódio essencial para quem busca interpretar a carga viral do HIV com maior precisão e individualizar as decisões no tratamento antirretroviral.
#212 - El Niño, emergências climáticas e saúde: o que esperar?
Dengue, leptospirose, doenças respiratórias e sobrecarga dos serviços de saúde: o que tudo isso tem a ver com El Niño e as emergências climáticas?Neste episódio do InfectoCast, Lino recebe o Dr. Igor Marinho …
Notes de l’épisode
Dengue, leptospirose, doenças respiratórias e sobrecarga dos serviços de saúde: o que tudo isso tem a ver com El Niño e as emergências climáticas?
Neste episódio do InfectoCast, Lino recebe o Dr. Igor Marinho, infectologista e médico do HC-USP, para discutir como alterações no clima e eventos extremos podem modificar o cenário das doenças infecciosas e impactar a saúde.
Ao longo da conversa, a gente analisa como mudanças de temperatura, chuva e umidade podem influenciar doenças transmitidas por vetores, além dos riscos associados a enchentes, secas e deslocamentos populacionais.
Neste episódio, a gente discute:
• Como El Niño pode influenciar a dinâmica da dengue e de outras doenças transmitidas por vetores
• Por que enchentes aumentam a preocupação com leptospirose e infecções relacionadas à água contaminada
• Como períodos de seca e tempo mais seco podem impactar doenças respiratórias
• O efeito das emergências climáticas sobre abrigos, deslocamentos populacionais e continuidade do cuidado
• Como epidemias e eventos extremos podem sobrecarregar os serviços e afetar o diagnóstico, a prevenção e o cuidado de outras doençasUm episódio para entender por que clima também é saúde e como profissionais e sistemas precisam se preparar para os impactos das emergências climáticas.
#211 - CMV na gestação: o que mudou nas evidências?
Como interpretar uma sorologia positiva para citomegalovírus (CMV) na gestação? Quando investigar transmissão fetal? E em quais cenários o valaciclovir pode fazer parte da conduta?Neste episódio do InfectoCast …
Notes de l’épisode
Como interpretar uma sorologia positiva para citomegalovírus (CMV) na gestação? Quando investigar transmissão fetal? E em quais cenários o valaciclovir pode fazer parte da conduta?
Neste episódio do InfectoCast, as Dra. Julia Ferreira Mari e Dra. Carolina Larocca, professoras do curso Infecções na Gestação, discutem os principais desafios do CMV na gestação e como as novas evidências vêm mudando o raciocínio clínico.
Ao longo do episódio, a gente aborda a diferença entre infecção primária e não primária, a interpretação de IgM, IgG e avidez do IgG, o risco de transmissão vertical ao longo da gestação, a investigação fetal, o papel da amniocentese e as evidências sobre o uso de valaciclovir em altas doses após infecção primária precoce.
A conversa também passa pela prevenção do CMV, pelas limitações do rastreamento e pela importância de individualizar a tomada de decisão à beira-leito.
Rastrear é apenas o começo. Aprenda a interpretar, investigar e definir o tratamento em cada cenário.
Conheça o curso Infecções na Gestação do InfectoCast:https://infectocast.com.br/infeccoes-na-gestacao/?utm_source=spotify&utm_medium=clique&utm_campaign=inscri%C3%A7%C3%B5es+curso+infec%C3%A7%C3%B5es+na+gesta%C3%A7%C3%A3o&utm_content=podcast+cmv+na+gesta%C3%A7%C3%A3o
#210 - Febre do Nilo Ocidental no Brasil: quando suspeitar e como diagnosticar?
Febre, cefaleia e mialgia podem parecer apenas mais uma arbovirose na sua rotina. Mas e quando o paciente evolui com encefalite, mielite ou paralisia flácida aguda?Neste episódio do InfectoCast, William, João e …
Notes de l’épisode
Febre, cefaleia e mialgia podem parecer apenas mais uma arbovirose na sua rotina. Mas e quando o paciente evolui com encefalite, mielite ou paralisia flácida aguda?
Neste episódio do InfectoCast, William, João e Klinger discutem a Febre do Nilo Ocidental, uma infecção que voltou ao radar com a confirmação de novos casos no Brasil e que precisa fazer parte do diagnóstico diferencial das síndromes neurológicas.
Ao longo da conversa, explicamos o ciclo de transmissão pelo mosquito Culex e por aves migratórias, além do histórico da circulação do vírus no país, desde os achados em animais até a vigilância dos casos humanos mais recentes.
Neste episódio, a gente analisa:
• As pistas clínicas da doença neuroinvasiva, como fraqueza assimétrica e preservação da sensibilidade
• O diagnóstico diferencial preciso com síndrome de Guillain-Barré, poliomielite e outras arboviroses
• O papel da sorologia IgM no soro e no líquor na investigação diagnóstica
• Por que o PCR pode ter limitações devido à baixa e curta viremia no paciente
• Como lidar com o desafio das reações cruzadas com dengue, Zika e febre amarelaUma doença antes considerada improvável no Brasil agora precisa entrar no seu radar.
Um episódio essencial para quem quer dominar o raciocínio clínico e não deixar passar um diagnóstico desafiador na emergência ou no internamento.
#209 - Passado, presente e futuro do HIV com Dr. Mauro Schechter e Dr. Ricardo Diaz
Como a ciência transformou uma doença antes associada a altíssima mortalidade em uma condição crônica totalmente controlável?Neste episódio do InfectoCast, reunimos duas das maiores referências em pesquisa e …
Notes de l’épisode
Como a ciência transformou uma doença antes associada a altíssima mortalidade em uma condição crônica totalmente controlável?
Neste episódio do InfectoCast, reunimos duas das maiores referências em pesquisa e manejo do HIV no Brasil, Dr. Mauro Schechter e Dr. Ricardo Diaz, para revisitar a história da terapia antirretroviral e discutir os avanços que revolucionaram a infectologia.
Os infectologistas percorrem as últimas décadas de evolução da medicina: os desafios da época do AZT, o marco do surgimento dos inibidores da protease em 1996 e o impacto da terapia antirretroviral altamente ativa.
A conversa também aborda descobertas que abriram caminho para pesquisas sobre a cura, como o papel do receptor CCR5 nos casos de transplante de células-tronco, o avanço dos inibidores da integrase, a redução de toxicidades e o futuro dos tratamentos de longa ação.
Você vai aprender:
• A transição da escassez de opções nos anos 80 para a era da alta eficácia
• Como o esquema tríplice em 1996 mudou drasticamente a sobrevivência dos pacientes
• O papel do receptor CCR5 na imunidade e nos casos raros de cura do HIV
• O impacto da evolução dos antirretrovirais na adesão e na qualidade de vida
• O que esperar das novas estratégias de longa ação e do futuro do tratamento
Um episódio essencial para quem quer entender como o conhecimento transformou a história da medicina e quais são as perspectivas para o controle definitivo do vírus.
#208 - Antibióticos na pediatria: Quando prescrever? feat InfectoPeds
Toda febre alta, otite ou garganta inflamada na criança realmente precisa de antibiótico?Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o infectopediatra Dr. Derrick Fassbind, do InfectoPeds, para …
Notes de l’épisode
Toda febre alta, otite ou garganta inflamada na criança realmente precisa de antibiótico?
Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o infectopediatra Dr. Derrick Fassbind, do InfectoPeds, para discutir uma das decisões mais frequentes e desafiadoras da prática pediátrica: quando usar e quando não usar antibióticos em crianças.
A gente conta o que ninguém te conta sobre como avaliar quadros de febre, sintomas respiratórios, faringite, otite, sinusite e pneumonia sem cair na prescrição automática.
Ao longo do episódio, discutimos:
Como as vacinas mudaram o raciocínio diagnóstico nas infecções bacterianas
Por que placa na amígdala ou febre alta nem sempre justificam antibiótico
Escolha do espectro e duração do tratamento: por que "mais forte" não é melhor
O que os estudos recentes mostram sobre esquemas terapêuticos mais curtos
Como gerenciar a expectativa dos pais e orientar uma observação segura
Um conteúdo prático e essencial para pediatras, infectologistas, médicos de família, emergencistas e todos os profissionais na linha de frente do atendimento infantil.
Conheça a Pós-Graduação em Infectopediatria, uma parceria do InfectoCast com o InfectoPeds: https://infectocast.com.br/escolha-pos-em-infectopediatria/
#207 - IAS - 26ª Conferência AIDS 2026: quais são as atualizações? | InfectoCast
Quais avanços apresentados na AIDS 2026 podem mudar o futuro da prevenção e do tratamento do HIV? Neste episódio do InfectoCast, William e Ayrton recebem a Dra. Maria Felipe Medeiros, infectologista do …
Notes de l’épisode
Quais avanços apresentados na AIDS 2026 podem mudar o futuro da prevenção e do tratamento do HIV? Neste episódio do InfectoCast, William e Ayrton recebem a Dra. Maria Felipe Medeiros, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas e pesquisadora clínica, pra comentar as novidades da IAS 2026 - 26ª Conferência Internacional sobre AIDS.A gente conta o que ninguém te conta sobre:•Novas estratégias de prevenção do HIV•Perspectivas das formulações de longa ação•Acesso e implementação na América Latina•Pesquisas e desafios para a cura do HIV•HIV e amamentação: risco, autonomia e I=IUm episódio essencial para quem quer entender os avanços que estão redesenhando o cuidado em HIV e os desafios para transformar inovação científica em impacto na vida real.
#206 - Atualização em sepse: O que mudou no manejo?
Antibiótico na primeira hora é para todo paciente com sepse? Os 30 mL/kg de expansão continuam sendo indicados para todos? Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o Dr. Rodrigo Thot, coordenador …
Notes de l’épisode
Antibiótico na primeira hora é para todo paciente com sepse? Os 30 mL/kg de expansão continuam sendo indicados para todos?
Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o Dr. Rodrigo Thot, coordenador das Unidades de Terapia Intensiva da ABP, para discutir as principais atualizações no manejo da sepse e do choque séptico.
Você vai aprender:
• Quando indicar antimicrobiano na primeira hora de forma precisa
• O que mudou na indicação dos 30 mL/kg de expansão volêmica
• Estratégias para individualizar a reposição volêmica no dia a dia
• O papel do ultrassom à beira-leito e das medidas dinâmicas na tomada de decisão
• Critérios para iniciar noradrenalina sem a necessidade de aguardar acesso central
• Como interpretar a cinética do lactato na evolução clínica
• Por que a reavaliação contínua transforma o prognóstico do paciente
Uma discussão prática sobre o que mudou no manejo da sepse e como aplicar essas atualizações na tomada de decisão clínica.
#205 - Candidíase em Imunossuprimidos feat Mundipharma (parte 1)
Como reconhecer os sinais de candidíase invasiva no paciente imunossuprimido antes que o quadro se agrave?Na Parte 1 deste episódio especial, William e João recebem a Dra. Jéssica Ramos, infectologista do …
Notes de l’épisode
Como reconhecer os sinais de candidíase invasiva no paciente imunossuprimido antes que o quadro se agrave?
Na Parte 1 deste episódio especial, William e João recebem a Dra. Jéssica Ramos, infectologista do Hospital Sírio-Libanês, em uma discussão promovida em parceria com a Mundipharma.
A gente conta o que ninguém te conta sobre os desafios reais da linha de frente! A partir de casos clínicos com neutropenia, mucosite e uso prévio de antimicrobianos, destrinchamos a quebra da barreira mucosa, o papel da microbiota e a mudança epidemiológica que trouxe as espécies de Candida não-albicans para o centro das atenções.
Além disso, abordamos os riscos das infecções de escape durante a profilaxia antifúngica, a pressão seletiva e como contornar as limitações dos exames diagnósticos para construir um raciocínio clínico afiado.
Quer acompanhar a resolução dos casos clínicos e a tomada de decisão terapêutica na prática?
A Parte 2 é um conteúdo exclusivo! Faça seu cadastro gratuito para assistir ao episódio completo e garantir o seu acesso:https://infectocast.com.br/candidiase-no-imunossuprimido-parte-2
#204 - Infecções em Idosos: Erros Diagnósticos e Prescrição Consciente
Você saberia dizer se o seu paciente idoso com alteração mental e exame alterado realmente precisa de antibiótico? O diagnóstico de infecção na pessoa idosa é cheio de pegadinhas no dia a dia. Sintomas …
Notes de l’épisode
Você saberia dizer se o seu paciente idoso com alteração mental e exame alterado realmente precisa de antibiótico?
O diagnóstico de infecção na pessoa idosa é cheio de pegadinhas no dia a dia. Sintomas inespecíficos e exames alterados levam diariamente a prescrições desnecessárias que poderiam ser evitadas.
Neste episódio do InfectoCast, William conversa com a Dra. Lígia Garcia (infectologista e geriatra) para desmistificar o diagnóstico e mostrar como o raciocínio clínico faz toda a diferença.
Só a gente te conta:• Por que bacteriúria assintomática não é sinônimo de infecção urinária• Como avaliar delirium e alteração do estado mental no paciente idoso• A importância do estado funcional e cognitivo basal• Quando realmente suspeitar de infecção e como evitar prescrições desnecessárias• O papel do stewardship antimicrobiano na geriatria• Erros diagnósticos frequentes e como aplicar evidências na prática
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#203 - Vacinação em pacientes Hematológicos feat HemoView
Neste episódio, Vanildo e Rodrigo Bonardi, do HemoView, recebem o Dr. João Prats, do InfectoCast, para discutir os principais desafios relacionados à prevenção de infecções em pacientes com doenças …
Notes de l’épisode
Neste episódio, Vanildo e Rodrigo Bonardi, do HemoView, recebem o Dr. João Prats, do InfectoCast, para discutir os principais desafios relacionados à prevenção de infecções em pacientes com doenças hematológicas.
A conversa organiza o raciocínio clínico sobre como a própria doença hematológica e os tratamentos modernos modificam a imunidade dos pacientes, aumentando o risco de infecções bacterianas, virais e fúngicas ao longo de toda a jornada terapêutica.
São discutidos os diferentes mecanismos de imunossupressão presentes na leucemia linfocítica crônica, nos linfomas e no mieloma múltiplo, além do impacto das terapias-alvo, anticorpos anti-CD20, inibidores de BTK, anticorpos biespecíficos e CAR-T sobre a resposta imunológica e o risco infeccioso.
Ao longo do episódio, também são abordados temas fundamentais da prática clínica, como o momento ideal para vacinação, as principais vacinas recomendadas, resposta vacinal durante o tratamento, estratégias de revacinação, profilaxia antiviral, prevenção de herpes-zóster, vacinação contra pneumococo, influenza, COVID-19 e vírus sincicial respiratório (VSR), além do manejo dos pacientes imunossuprimidos.
Um episódio voltado a hematologistas, infectologistas, clínicos, residentes e demais profissionais que acompanham pacientes com doenças hematológicas e desejam incorporar estratégias atualizadas de prevenção de infecções e vacinação à prática clínica.
#202 - Como eu trato IVAS feat. Eurofarma (Parte 1)
Neste episódio especial em parceria com a Eurofarma, William, Jordan e Lino discutem como construir o raciocínio clínico diante das infecções das vias aéreas superiores (IVAS), abordando os desafios de …
Notes de l’épisode
Neste episódio especial em parceria com a Eurofarma, William, Jordan e Lino discutem como construir o raciocínio clínico diante das infecções das vias aéreas superiores (IVAS), abordando os desafios de diferenciar quadros virais de bacterianos e decidir quando o antibiótico realmente está indicado.
🔍 O que você vai aprender:
• Como diferenciar IVAS virais e bacterianas
• Quais sinais clínicos devem levantar suspeita de infecção bacteriana
• O papel dos critérios de Centor Modificados na avaliação da faringite estreptocócica
• Quando considerar testes diagnósticos
• Por que sintomas isolados não fecham diagnóstico
• Erros comuns que levam ao uso inadequado de antibióticos
• Como iniciar o raciocínio de stewardship antimicrobiano desde a primeira avaliação
Esta é a Parte 1 da discussão, com foco no diagnóstico e na construção do raciocínio clínico.
Se você quer conferir a parte 2 e aprofundar a discussão sobre tratamento, escolha dos antimicrobianos e tomada de decisão terapêutica nas IVAS, acesse:
#201 – Tendências em HIV: Origens | Dr. Mauro Schechter & Dr. Ricardo Diaz
Neste episódio do InfectoCast, reunimos dois dos maiores nomes da infectologia brasileira para discutir a verdadeira origem do HIV e a história por trás da epidemia global. Recebemos o Dr. Mauro Schechter e o …
Notes de l’épisode
Neste episódio do InfectoCast, reunimos dois dos maiores nomes da infectologia brasileira para discutir a verdadeira origem do HIV e a história por trás da epidemia global. Recebemos o Dr. Mauro Schechter e o Dr. Ricardo Diaz, referências em pesquisas sobre HIV/AIDS, para uma conversa esclarecedora sobre como o vírus deu o salto evolutivo dos primatas para os seres humanos.
Ao longo da conversa, os dois médicos infectologistas desconstroem o estigma e o mito de que a transmissão ocorreu por relações sexuais entre humanos e macacos, demonstrando que o contágio original se deu por inoculação durante a caça e o manuseio de carne de primatas. Eles traçam a linha do tempo do vírus, desde o seu surgimento na década de 1920 na África até a sua expansão impulsionada pela urbanização acelerada, guerras civis e o uso de seringas de vidro não esterilizadas em tratamentos médicos da época.
O episódio também explora as complexidades biológicas dos retrovírus, explicando as origens distintas do HIV-1 (derivado dos chimpanzés) e do HIV-2 (derivado dos macacos mangabey). Além disso, os especialistas analisam como a diversidade genética e os diferentes subtipos do vírus (como os subtipos B e C) impactam diretamente a precisão dos diagnósticos, a eficácia dos tratamentos antirretrovirais e a barreira genética contra resistências.
Com a autoridade de quem acompanha e molda a pesquisa científica há décadas, Schechter e Diaz revelam os fascinantes detalhes epidemiológicos e filogenéticos que transformaram uma zoonose local em uma das maiores questões de saúde pública do mundo.
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Por que amamos o que fazemos | InfectoCast #200
O episódio 200 do InfectoCast é uma celebração da nossa história e, principalmente, daquilo que nos une: a paixão pela infectologia.Neste episódio especial, Beatriz, João, Klinger, Stefânia, Jordan, William …
Notes de l’épisode
O episódio 200 do InfectoCast é uma celebração da nossa história e, principalmente, daquilo que nos une: a paixão pela infectologia.
Neste episódio especial, Beatriz, João, Klinger, Stefânia, Jordan, William, Carolina e Ayrton compartilham experiências pessoais, histórias marcantes e os motivos que fizeram cada um escolher essa especialidade. Ao longo da conversa, surgem temas como propósito, raciocínio clínico, comunicação, trabalho multidisciplinar, ciência, educação médica e o impacto social das doenças infecciosas.
Muito além de discutir antibióticos ou microrganismos, este episódio mostra como a infectologia está presente em praticamente todas as áreas da medicina, exigindo curiosidade constante, colaboração e uma visão ampla do paciente.
Um bate-papo leve, emocionante e cheio de histórias que celebram os 200 episódios do InfectoCast e a comunidade construída ao longo dessa jornada.
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Obrigado por estar conosco nesses 200 episódios.
#199 - Hepatite B (parte 2)
Quando iniciar tratamento na hepatite B? Existe cura? E por que a reativação do HBV preocupa tanto durante a imunossupressão?Neste episódio do InfectoCast, João, William e Ayrton aprofundam o manejo clínico da …
Notes de l’épisode
Quando iniciar tratamento na hepatite B? Existe cura? E por que a reativação do HBV preocupa tanto durante a imunossupressão?
Neste episódio do InfectoCast, João, William e Ayrton aprofundam o manejo clínico da Hepatite B, discutindo como decidir quem deve receber tratamento antiviral, os objetivos atuais da terapia e os principais desafios do acompanhamento desses pacientes.
Ao longo da conversa, o episódio explora a história natural da infecção, os critérios que orientam a indicação de tratamento, o papel da carga viral e da avaliação da fibrose hepática, além de apresentar o conceito de cura funcional e discutir como as novas terapias estão transformando o futuro do tratamento da Hepatite B.
🔍 O que você vai aprender:
• Quem deve receber tratamento para hepatite B
• O papel do HBV-DNA na tomada de decisão
• Como a fibrose influencia a conduta clínica
• O que significa cura funcional
• Por que ela é diferente da erradicação do vírus
• Como novas terapias podem mudar o tratamento da hepatite B
• O que é a reativação do HBV
• Quais pacientes apresentam maior risco durante a imunossupressão
Um episódio essencial para quem deseja compreender o manejo moderno da hepatite B e interpretar as decisões terapêuticas com mais segurança.
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#198 - Hepatite B (Parte 1)
Hepatite B na prática clínica: quando investigar, quais exames pedir e como interpretar as sorologias?Neste episódio do InfectoCast, João, William e Ayrton iniciam uma série especial sobre hepatite B, abordando …
Notes de l’épisode
Hepatite B na prática clínica: quando investigar, quais exames pedir e como interpretar as sorologias?
Neste episódio do InfectoCast, João, William e Ayrton iniciam uma série especial sobre hepatite B, abordando os principais conceitos que todo profissional da saúde precisa dominar para compreender o diagnóstico e a prevenção da doença.
Ao longo da conversa, o episódio explora epidemiologia, formas de transmissão, transmissão vertical, vacinação, falha vacinal e interpretação dos principais marcadores sorológicos utilizados na prática clínica.
🔍 O que você vai aprender:
• O que é a hepatite B e sua importância clínica
• Principais formas de transmissão do HBV
• O impacto da transmissão vertical
• Quando investigar hepatite B
• Quais exames solicitar na avaliação inicial
• Como interpretar HBsAg, Anti-HBs e Anti-HBc
• O que significa Anti-HBc isolado
• Quem deve avaliar resposta vacinal
• O que fazer diante da falha vacinal
• Introdução ao HBV-DNA e aos mutantes pré-core
Um episódio essencial para quem deseja interpretar sorologias com mais segurança e compreender os fundamentos do manejo clínico da hepatite B.
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#197 - Candidíase intra-abdominal feat Mundipharma (Parte 1)
Neste episódio especial em parceria com a Mundipharma, William e João recebem a Dra. Paula Peçanha para discutir um caso clínico de candidíase intra-abdominal no contexto de pós-operatório de cirurgia …
Notes de l’épisode
Neste episódio especial em parceria com a Mundipharma, William e João recebem a Dra. Paula Peçanha para discutir um caso clínico de candidíase intra-abdominal no contexto de pós-operatório de cirurgia gastrointestinal com evolução para sepse.
O episódio explora como identificar precocemente os pacientes em risco, quais fatores clínicos devem levantar suspeita e por que a evolução desfavorável apesar de antibióticos e drenagem deve acender o alerta para infecção fúngica.
🔍 O que você vai aprender:
• Quando suspeitar de candidíase intra-abdominal
• Principais fatores de risco no paciente cirúrgico
• O papel das perfurações e coleções persistentes
• Por que culturas bacterianas podem ser insuficientes para explicar a evolução
• A importância do controle de foco no manejo
• Erros comuns que atrasam o diagnóstico
• Como pensar Candida no paciente grave
• Construção do raciocínio clínico na prática
Esta é a Parte 1 da discussão, com foco no diagnóstico e reconhecimento clínico.
Se você quer conferir a parte 2 e aprofundar a discussão sobre tratamento, tomada de decisão e desfecho clínico de pacientes com candidíase intra-abdominal, acesse:
https://infectocast.com.br/candidiase-intra-abdominal-parte-2/
#196 - Metapneumovírus feat Dra. Nancy Bellei
Neste episódio do InfectoCast, Klinger e Laís recebem a Dra. Nancy Bellei, virologista e professora da Escola Paulista de Medicina, para uma discussão aprofundada sobre o metapneumovírus humano (hMPV), um dos …
Notes de l’épisode
Neste episódio do InfectoCast, Klinger e Laís recebem a Dra. Nancy Bellei, virologista e professora da Escola Paulista de Medicina, para uma discussão aprofundada sobre o metapneumovírus humano (hMPV), um dos vírus respiratórios mais relevantes da prática clínica e que continua sendo subestimado por muitos profissionais de saúde.
Ao longo da conversa, o episódio explora a história do vírus, sua epidemiologia, os impactos do surto ocorrido na China em 2024 e a relação do metapneumovírus com outros importantes agentes respiratórios, como influenza, VSR e SARS-CoV-2.
🔍 O que você vai aprender:
• O que é o metapneumovírus humano (hMPV)
• Como e quando o vírus foi descoberto
• O que aconteceu durante o surto na China em 2024
• Por que o metapneumovírus não é um vírus novo
• A relação do hMPV com influenza, COVID-19 e VSR
• Quais pacientes apresentam maior risco de doença grave
• O papel do metapneumovírus em crianças, idosos e imunossuprimidos
• O que os principais estudos clínicos nos ensinaram sobre o vírus
• Quando solicitar testes diagnósticos
• Os desafios da fase pré-analítica e pós-analítica
• Como interpretar os resultados dos painéis respiratórios
• O impacto dos testes moleculares na compreensão da doença
Um episódio essencial para quem deseja compreender melhor a relevância clínica do metapneumovírus e aprimorar a investigação das infecções respiratórias na prática assistencial.
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#195 – Cura do HIV: desafios atuais | Dr. Mauro Schechter & Dr. Ricardo Diaz
No nosso novo episódio, reunimos dois dos maiores nomes da infectologia brasileira para discutir os avanços reais e os desafios científicos rumo à cura do HIV. Recebemos o Dr. Mauro Schechter, professor titular …
Notes de l’épisode
No nosso novo episódio, reunimos dois dos maiores nomes da infectologia brasileira para discutir os avanços reais e os desafios científicos rumo à cura do HIV. Recebemos o Dr. Mauro Schechter, professor titular da UFRJ e referência internacional em pesquisas sobre HIV/AIDS, e o Dr. Ricardo Diaz, professor titular da UNIFESP e líder de estudos clínicos promissores voltados à cura e erradicação do vírus.
Nesta conversa, os dois médicos infectologistas desconstroem o mito de que a cura estaria sendo retardada por interesses comerciais, demonstrando que as principais barreiras atuais permanecem estritamente biológicas. Eles detalham o complexo desafio dos reservatórios virais latentes e dos santuários anatômicos, compartimentos onde o vírus permanece integrado às células e fora do alcance dos antirretrovirais convencionais.
O episódio explora por que a inflamação crônica persiste mesmo em pacientes indetectáveis, abordando mecanismos como a translocação microbiana intestinal e a atividade de provírus defectivos. Além disso, os especialistas analisam o que podemos aprender com os controladores de elite e o fenômeno dos "cemitérios genéticos", onde o DNA viral fica restrito a regiões inativas do genoma.
Com a autoridade de quem molda as próximas gerações de pesquisa, Schechter e Diaz revelam como a ciência está redefinindo os rumos da investigação sobre a cura definitiva.
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#194 - Marcadores inflamatórios
PCR alto significa infecção?Procalcitonina baixa exclui bactéria?O VHS ainda tem espaço na medicina moderna?Neste episódio do InfectoCast, Jordan, William e João discutem os principais marcadores inflamatórios …
Notes de l’épisode
PCR alto significa infecção?
Procalcitonina baixa exclui bactéria?
O VHS ainda tem espaço na medicina moderna?
Neste episódio do InfectoCast, Jordan, William e João discutem os principais marcadores inflamatórios utilizados na prática clínica e exploram como interpretar esses exames de forma mais inteligente e segura.
Ao longo da conversa, revisitamos o papel do VHS, discutimos os mitos e verdades relacionados à Proteína C Reativa (PCR) e aprofundamos as indicações, limitações e aplicações práticas da Procalcitonina no contexto das infecções e da antibioticoterapia.
🔍 O que você vai aprender:
- Quando o VHS ainda pode ser útil
- Como interpretar corretamente o PCR
- As limitações dos marcadores inflamatórios
- A diferença entre inflamação e infecção
- O papel da Procalcitonina na prática clínica
- Como esses exames influenciam decisões sobre antibióticos
- Os erros mais comuns na interpretação dos biomarcadores
- O futuro dos marcadores inflamatórios e da medicina diagnóstica
Um episódio essencial para quem deseja utilizar VHS, PCR e Procalcitonina de forma mais crítica, evitando interpretações simplistas e aprimorando o raciocínio clínico.
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#193 - Novidades no tratamento de ESBL
ESBL na prática clínica: ainda existe espaço para alternativas poupadoras de carbapenêmicos?Neste episódio do InfectoCast, Lino recebe a Dra. Vitória Annoni para discutir os estudos PETER PEN e ASTARTE …
Notes de l’épisode
ESBL na prática clínica: ainda existe espaço para alternativas poupadoras de carbapenêmicos?
Neste episódio do InfectoCast, Lino recebe a Dra. Vitória Annoni para discutir os estudos PETER PEN e ASTARTE, apresentados no ESCMID 2026, e exploram como esses novos dados reacenderam uma das principais discussões da infectologia hospitalar moderna.
Ao longo da conversa, o episódio revisita o impacto do MERINO na consolidação do uso de carbapenêmicos para ESBL, discute as limitações metodológicas levantadas após sua publicação e aprofunda como novos trials estão tentando responder perguntas que continuam abertas na prática clínica.
🔍 O que você vai aprender:
- O que o MERINO realmente mostrou
- Por que PETER PEN e ASTARTE chamaram atenção
- O papel da infusão prolongada nos estudos
- Como definição de desfechos pode mudar resultados
- O que significa falha clínica nesses trials
- O impacto do stewardship no tratamento das ESBL
- Os desafios atuais das bactérias Gram negativas
- Como novas evidências podem ou não mudar guidelines
Um episódio essencial para quem quer interpretar evidência clínica com mais profundidade e entender os desafios atuais do tratamento das ESBL.
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#192 - Febre Tifoide
Febre tifoide na prática clínica: por que esse diagnóstico ainda passa despercebido e como reconhecer a doença antes das complicações?Neste episódio do InfectoCast, William, Carol e Lino discutem de forma …
Notes de l’épisode
Febre tifoide na prática clínica: por que esse diagnóstico ainda passa despercebido e como reconhecer a doença antes das complicações?
Neste episódio do InfectoCast, William, Carol e Lino discutem de forma direta e aplicada os principais desafios relacionados à febre tifoide, desde epidemiologia e transmissão até diagnóstico, tratamento e resistência bacteriana.
Ao longo da conversa, o episódio explora aspectos históricos da doença, o impacto do saneamento básico na transmissão, o papel do portador assintomático e por que a epidemiologia muitas vezes vale mais que o exame inicial.
🔍 O que você vai aprender:
• Quando suspeitar de febre tifoide
• Por que nem todo paciente terá diarreia
• Como a Salmonella typhi invade e se dissemina no organismo
• Diferenças entre salmonelose comum e febre tifoide
• O papel da epidemiologia no raciocínio clínico
• Como ocorre a transmissão da doença
• Os desafios diagnósticos e terapêuticos atuais
• O impacto crescente da resistência antimicrobiana
Um episódio essencial para quem quer reconhecer esse diagnóstico com mais segurança e evitar que ele passe despercebido na rotina.
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#191 - Coxsackie Vírus
Coxsackie vírus na prática clínica: por que esse diagnóstico passa despercebido e como reconhecer apresentações diferentes de um mesmo agente?Neste episódio do InfectoCast, William e João discutem de forma …
Notes de l’épisode
Coxsackie vírus na prática clínica: por que esse diagnóstico passa despercebido e como reconhecer apresentações diferentes de um mesmo agente?
Neste episódio do InfectoCast, William e João discutem de forma direta e aplicada como o Coxsackie vírus pode se manifestar em diferentes cenários clínicos e por que isso dificulta o diagnóstico na prática.
🔍 O que você vai aprender:
• Como o Coxsackie vírus pode se manifestar em diferentes sistemas
• Quando suspeitar diante de quadros virais inespecíficos
• Por que o diagnóstico costuma ser clínico
• O papel e as limitações de exames como PCR e sorologia
• Como evitar erros comuns na interpretação dos exames
• A importância de conectar padrões na prática clínica
Um episódio essencial para quem quer reconhecer esse diagnóstico com mais segurança e evitar que ele passe despercebido na rotina.
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#190 - Pneumonia na Comunidade (PAC) feat Dr. Fabio Furukawa e Dr. Lucas Magalhães
Pneumonia adquirida na comunidade na prática clínica: como diagnosticar com mais precisão, decidir o momento certo de iniciar antibiótico e definir o local de tratamento com segurança?Neste episódio do …
Notes de l’épisode
Pneumonia adquirida na comunidade na prática clínica: como diagnosticar com mais precisão, decidir o momento certo de iniciar antibiótico e definir o local de tratamento com segurança?
Neste episódio do InfectoCast, João recebe o Dr. Fabio Furukawa e o Dr. Lucas Magalhães, Médicos de Família e Comunidade e responsáveis pelo MFC Learning, para uma discussão direta e aplicada sobre o manejo da PAC na Atenção Primária.
🔍 O que você vai aprender:
- Como aumentar a probabilidade clínica de pneumonia na ausência de exame de imagem
- Quando iniciar antibiótico e quando evitar
- O papel e as limitações dos escores de gravidade (como CURB-65)
- Como decidir entre tratamento domiciliar, observação ou internação
- A importância do contexto e da continuidade do cuidado Como estruturar um seguimento seguro e evitar desfechos desfavoráveis
Um episódio essencial para quem quer tomar decisões mais seguras, evitar excesso de antibióticos e conduzir a PAC de forma mais individualizada na prática clínica.
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#189 - Vancocinemia feat Dr. João Telles
Vancomicina na prática e o papel do TDM na tomada de decisão: neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o Dr. João Telles para uma conversa direta e aplicada sobre o uso de farmacocinética e …
Notes de l’épisode
Vancomicina na prática e o papel do TDM na tomada de decisão: neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o Dr. João Telles para uma conversa direta e aplicada sobre o uso de farmacocinética e farmacodinâmica no manejo de infecção por MRSA na prática clínica.
🔍 O que você vai aprender:
• Os principais erros no uso da vancomicina na prática clínica
• Diferenças entre monitorização por vale (trough) e AUC/MIC • Como interpretar corretamente níveis séricos no contexto clínico
• A diferença entre nível isolado e exposição ao antibiótico
• Quando reavaliar a conduta e ajustar a terapia
• O papel do TDM na individualização do tratamento
Um episódio essencial para quem quer sair de uma abordagem baseada apenas em dose e evoluir para uma tomada de decisão guiada por exposição, com mais segurança e precisão no uso de antimicrobianos.
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#188: Infecções em Feridas (parte 1) feat. Eurofarma
Ferida aberta não é sinônimo de antibiótico. Neste episódio especial, Dr. Klinger, Dra. Stefânia, Dra. Beatriz e Dra. Laís debatem um dos pontos mais desafiadores da prática clínica: como diferenciar …
Notes de l’épisode
Ferida aberta não é sinônimo de antibiótico. Neste episódio especial, Dr. Klinger, Dra. Stefânia, Dra. Beatriz e Dra. Laís debatem um dos pontos mais desafiadores da prática clínica: como diferenciar colonização de infecção e como esse raciocínio muda a avaliação, a coleta microbiológica e a conduta diante das infecções em feridas.
Ao longo da conversa, passamos pela etiologia das feridas, pelos principais sinais clínicos que devem ser avaliados no leito, pelos limites do swab superficial e pela importância de pensar em material de tecido quando há suspeita real de infecção. Também discutimos por que o biofilme muda completamente a lógica do manejo e por que, em muitos casos, o tratamento vai muito além da prescrição automática de antimicrobianos.
Esta é a parte 1 da discussão. Aqui, o foco está no diagnóstico, no contexto clínico e nos erros mais comuns que ainda comprometem a tomada de decisão. A parte 2 aprofunda o raciocínio terapêutico e os desafios do tratamento das infecções associadas a feridas.
Se você quer conferir a parte 2 e aprofundar a discussão sobre tratamento das infecções em feridas, cobertura antimicrobiana, biofilme e estratégia terapêutica, é só acessar: https://infectocast.com.br/delafloxacino/
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Conteúdo produzido pelo InfectoCast em parceria com a Eurofarma. Material de caráter estritamente educativo e informativo, destinado à discussão técnico-científica. O conteúdo não substitui avaliação clínica individualizada, diagnóstico, prescrição ou conduta definida por profissional habilitado.A decisão terapêutica deve considerar contexto clínico, critérios microbiológicos, protocolos institucionais e julgamento médico.
#187 - Surtos de fungos endêmicos feat. Dra. Paula Peçanha
Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem a Dra. Paula Peçanha, infectologista e doutora em Doenças Infecciosas com foco em micologia clínica, para uma conversa leve, envolvente e extremamente …
Notes de l’épisode
Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem a Dra. Paula Peçanha, infectologista e doutora em Doenças Infecciosas com foco em micologia clínica, para uma conversa leve, envolvente e extremamente prática sobre fungos endêmicos, surtos e o papel da epidemiologia no raciocínio diagnóstico.
🔍 O que você vai aprender:
• Como fungos endêmicos se apresentam na prática clínica
• O papel da epidemiologia na construção do diagnóstico
• Quais exposições ambientais devem acender alerta clínico
• Por que muitos casos são confundidos com tuberculose
• Como evitar erros diagnósticos em quadros pulmonares
Um episódio direto e prático para quem quer melhorar o raciocínio clínico e integrar epidemiologia à tomada de decisão.
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#186 - Meningite na pediatria feat Dr. Fabrízio Motta (@infectopeds)
Meningite na pediatria: quando puncionar e quando tratar? Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o Dr. Fabrízio Motta, Coordenador do Serviço de Infectologia Pediátrica da Santa Casa de Porto …
Notes de l’épisode
Meningite na pediatria: quando puncionar e quando tratar?
Neste episódio do InfectoCast, William e João recebem o Dr. Fabrízio Motta, Coordenador do Serviço de Infectologia Pediátrica da Santa Casa de Porto Alegre e da residência de Infectopediatria, para discutir um dos cenários mais desafiadores da prática clínica: o manejo da suspeita de meningite em crianças e lactentes, e como tomar decisões que impactam diretamente o desfecho.
🔍 O que você vai aprender:
- Quando suspeitar de meningite na prática clínica
- Como decidir pela punção lombar com segurança
- Quando iniciar antibiótico sem esperar o líquor
- Como interpretar o líquor e diferenciar etiologias
- O papel dos scores na tomada de decisão
Um episódio direto e prático para quem atende crianças e precisa tomar decisões rápidas e seguras.
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#185 - Resistência em HIV feat Dra. Camila Rodrigues
Falha virológica no HIV: é resistência ou falta de adesão? Neste episódio do InfectoCast, William e Klinger recebem a Dra. Camila Rodrigues para discutir um dos erros mais comuns na prática clínica — confundir …
Notes de l’épisode
Falha virológica no HIV: é resistência ou falta de adesão? Neste episódio do InfectoCast, William e Klinger recebem a Dra. Camila Rodrigues para discutir um dos erros mais comuns na prática clínica — confundir falha virológica com resistência e tomar decisões antes de investigar o básico.
🔍 O que você vai aprender:
• Como avaliar adesão ao tratamento antirretroviral
• Revisão de interações medicamentosas no manejo do HIV
• Quando a genotipagem realmente está indicada
• Conduta prática a partir de um caso clínico frequente
Um episódio direto ao ponto para quem quer conduzir pacientes vivendo com HIV com mais segurança e precisão na prática clínica.
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